No filme 007, ou a saga 007, uma história bem recente liga o nosso filme escolhido com o atual que terá sua estreia no dia 05/11. No caso, os dois galãs a princípio recusaram veementemente o papel do espião mais sexy, bonitão e às vezes heróis às avessas.
No caso de Daniel Craig, em entrevista ele chegou a comentar que preferia “cortar os pulsos” a ser James Bond outra vez. Em “Os Diamantes são Eternos”, Sean Connery, para se livrar do papel, pediu como “salário” uma quantia exorbitante até para os dias atuais, fora todas as outras exigências no contrato.
Passados os mais de 40 anos de uma saga para a outra… o que vemos e escutamos até hoje é do fascínio que Sean Connery exerceu como James Bond e muitos fãs afirmam categoricamente que sem dúvida foi o melhor de todos!!!
Uma das questões e crítica aos “diamantes” são cenas tão forçadas que às vezes deixam o próprio personagem em situações que são ridicularizadas… Eu cresci exatamente escutando sobre isso, sobre o carro que é quase adestrado e solta bombas, tiros pelos locais mais improváveis, pelo “cara” que se livra das situações mais difíceis, sobre as lindas bondgirls, as locações maravilhosas escolhidas a dedo e etc…
Por isso, que quando vi Daniel Craig atuar como Bond pela primeira vez, achei muito diferente dos outros, ele se descabelava, seus ternos impecáveis no final das cenas já não era tão impecáveis assim, seu rostos estava sujo e machucado, me pareceu mais “humano”, mais real do que todos os outros e também mais politicamente incorreto. A saga 007 é um pouco contar as ambições, os cenários, os crimes, as percepções da época que eles atuaram e continuarão atuando, agora na busca de um novo rosto para os futuros James Bonds…
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