Logo quando assisti O Artista me lembrei imediatamente do filme Cantando na Chuva, sobre a passagem do cinema mudo para a chegada do som.
No entanto, O Artista, mais do que retratar a questão tecnológica é uma ousadia numa época que o valor digital e os seus efeitos chama muito mais a atenção para idas ao cinema. O Artista é um filme metalinguístico onde encontra-se dentro de um único filme a homenagem, a crítica, os recursos, os autores, atores e atrizes e a desconstrução do ver e sentir da atualidade.
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