Em tempos em que a tecnologia e as inteligências artificiais ocupam grande parte dos processos criativos, levar os alunos a experimentarem técnicas manuais em “Além da Pele: Make-Up FX na Criação e Transformação no Cinema”, torna-se um ato quase revolucionário.
Em tempos em que a tecnologia e as inteligências artificiais ocupam grande parte dos processos criativos, levar os alunos a experimentarem técnicas manuais em “Além da Pele: Make-Up FX na Criação e Transformação no Cinema”, torna-se um ato quase revolucionário.
Na Direção de Arte para TV e Cinema, essas práticas continuam sendo essenciais. Modelar, pintar, costurar, envelhecer objetos, texturizar superfícies — tudo isso desenvolve no aluno não apenas a destreza manual, mas também a capacidade de observar, sentir e interpretar materiais e atmosferas. É nesse contato direto com a matéria que surgem as ideias mais autênticas e as soluções visuais mais expressivas.
Por isso, propor atividades que envolvem caracterização, maquiagem SFX, figurino e ambientação cênica vai muito além do aprendizado técnico: é uma forma de reconectar o estudante ao fazer artístico em sua dimensão tátil e sensorial. Mesmo aqueles que nunca haviam tido contato com processos manuais descobriram o prazer de criar com as próprias mãos — de ver um conceito sair do papel e ganhar corpo, textura e presença.
Essas experiências práticas formam um olhar mais completo e crítico sobre o audiovisual. A direção de arte exige intuição, mas também domínio material e entendimento dos meios de produção. E é nesse cruzamento entre o artesanal e o conceitual que o aprendizado se torna verdadeiramente transformador.
Levar essas técnicas para a sala de aula é, portanto, manter viva a essência da criação artística — aquela que nasce do toque, da experimentação e da curiosidade. E ver os alunos se apropriarem desse processo, construindo suas próprias histórias e imagens, na entrega do primeiro grande projeto desenvolvido por eles, na criação de um “Personagem Fantástico”, foi um dos maiores retornos que a docência pode oferecer… confesso que foi emocionante!
Na Direção de Arte para TV e Cinema, essas práticas continuam sendo essenciais. Modelar, pintar, costurar, envelhecer objetos, texturizar superfícies — tudo isso desenvolve no aluno não apenas a destreza manual, mas também a capacidade de observar, sentir e interpretar materiais e atmosferas. É nesse contato direto com a matéria que surgem as ideias mais autênticas e as soluções visuais mais expressivas.
Por isso, propor atividades que envolvem caracterização, maquiagem SFX, figurino e ambientação cênica vai muito além do aprendizado técnico: é uma forma de reconectar o estudante ao fazer artístico em sua dimensão tátil e sensorial. Mesmo aqueles que nunca haviam tido contato com processos manuais descobriram o prazer de criar com as próprias mãos — de ver um conceito sair do papel e ganhar corpo, textura e presença.
Essas experiências práticas formam um olhar mais completo e crítico sobre o audiovisual. A direção de arte exige intuição, mas também domínio material e entendimento dos meios de produção. E é nesse cruzamento entre o artesanal e o conceitual que o aprendizado se torna verdadeiramente transformador.
Levar essas técnicas para a sala de aula é, portanto, manter viva a essência da criação artística — aquela que nasce do toque, da experimentação e da curiosidade. E ver os alunos se apropriarem desse processo, construindo suas próprias histórias e imagens, na entrega do primeiro grande projeto desenvolvido por eles, na criação de um “Personagem Fantástico”, foi um dos maiores retornos que a docência pode oferecer… confesso que foi emocionante!
